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	<title>Arquivos violência contra mulher - Fernanda Ramalho</title>
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	<description>Advogada Porto Alegre</description>
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		<title>Relator afasta exigência de coabitação e aplica Lei Maria da Penha em crime cometido contra empregada pelo neto da patroa</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 20:20:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito das Famílias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>​​O ministro Sebastião Reis Júnior, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), restabeleceu sentença que condenou um homem pelo crime de atentado violento ao pudor (atual delito de estupro) praticado contra a empregada doméstica que trabalhava na casa da avó dele. O Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), na análise de revisão criminal, entendeu que a...</p>
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<p class="wp-block-paragraph">​​O ministro Sebastião Reis Júnior, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), restabeleceu sentença que condenou um homem pelo crime de atentado violento ao pudor (atual delito de estupro) praticado contra a empregada doméstica que trabalhava na casa da avó dele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), na análise de revisão criminal, entendeu que a vara especializada em violência doméstica seria incompetente para julgar o caso, e anulou a sentença condenatória. Para a corte estadual, como o neto não morava na casa da avó, não seria aplicável a Lei Maria da Penha, que prevê a competência da vara especializada para os crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, segundo o ministro Sebastião Reis Júnior, relator do caso no STJ, o próprio TJGO reconheceu tratar-se de crime que teria sido praticado pelo neto da patroa contra a empregada que trabalhava na residência. Tais circunstâncias – afirmou o ministro – confirmam a situação de vulnerabilidade da vítima e atraem a competência do juizado de violência doméstica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele ressaltou que, de acordo com a sentença condenatória, o crime foi cometido em ambiente doméstico, tendo o neto da patroa se aproveitado do convívio com a empregada da casa – ainda que esporádico – para praticá-lo, situação que se enquadra na hipótese do artigo 5º,&nbsp;<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm#art5I" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>inciso I</strong></a>, da Lei Maria da Penha.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Relação de intimidade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O relator também destacou que o fato de o réu não morar na residência – circunstância considerada pelo TJGO para anular a sentença – não afasta a aplicabilidade da Lei Maria da Penha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o ministro, &#8220;o que se exige é um nexo de causalidade entre a conduta criminosa e a relação de intimidade pré-existente, gerada pelo convívio doméstico, sendo desnecessária coabitação ou convívio contínuo entre o agressor e a vítima, podendo o contato ocorrer de forma esporádica&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao restabelecer a sentença, Sebastião Reis Júnior ressaltou parecer do Ministério Público Federal no sentido de que, no caso dos autos, considerando a existência de relação hierárquica e de hipossuficiência da vítima, não há dúvidas de que a hipótese é de violência doméstica contra a mulher, sendo competente a vara especializada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: www.stj.jus.br </p>
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		<title>Vítimas de violência doméstica podem registrar denúncia pela internet</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2020 16:44:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito das Famílias]]></category>
		<category><![CDATA[direito de família]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra mulher]]></category>
		<category><![CDATA[violência doméstica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma forma rápida, simples e segura de denunciar os crimes envolvendo violência doméstica e familiar contra a mulher é registrar a ocorrência pela internet. A&#160;delegaciaonline.rs.gov.br/&#160;é uma plataforma digital criada pela Polícia Civil do RS onde as vítimas podem relatar as agressões sofridas sem ter que ir até a delegacia e que também facilita a solicitação...</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma forma rápida, simples e segura de denunciar os crimes envolvendo violência doméstica e familiar contra a mulher é registrar a ocorrência pela internet. A&nbsp;<a href="http://delegaciaonline.rs.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">delegaciaonline.rs.gov.br/</a>&nbsp;é uma plataforma digital criada pela Polícia Civil do RS onde as vítimas podem relatar as agressões sofridas sem ter que ir até a delegacia e que também facilita a solicitação de medidas protetivas de urgência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os registros on-line podem ser feitos&nbsp;<a href="https://www.delegaciaonline.rs.gov.br/dol/#!/index/main" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Juíza-Corregedora Gioconda Fianco Pitt, que coordena a Coordenadoria Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica, destaca que a ferramenta é uma importante aliada, em tempos de pandemia. “O serviço está facilitando o acesso à vítima à busca de justiça, bem como a romper com o ciclo de violência que, infelizmente, se intensificou durante a pandemia da COVID-19, já que as relações familiares tornaram-se mais acirradas”, afirma. “É um serviço que confere uma maior praticidade na obtenção de medidas protetivas de urgência que serão encaminhadas de forma célere ao Poder Judiciário. Certamente é uma inovação e serviço essencial que deve perdurar e tem se mostrado eficiente no enfrentamento à violência doméstica”, avalia a magistrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Civil também criou uma cartilha através da qual orienta as mulheres a efetuarem o registro, através do link <a rel="noreferrer noopener" href="https://ssp.rs.gov.br/upload/arquivos/202006/04200126-cartilhamulher-menor-compactado.pdf" target="_blank">https://ssp.rs.gov.br/upload/arquivos/202006/04200126-cartilhamulher-menor-compactado.pdf</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.tjrs.jus.br/novo/noticia/vitimas-de-violencia-domestica-podem-registrar-denuncia-pela-internet/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="www.tjrs.jus.br (abre numa nova aba)">www.tjrs.jus.br</a></p>
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