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	<title>Arquivos direito das sucessões - Fernanda Ramalho</title>
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	<description>Advogada Porto Alegre</description>
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		<title>Doutora, eu posso renunciar a quota parte de herança a que tenho direito em favor de um dos meus irmãos?</title>
		<link>https://fernandaramalho.adv.br/2021/03/18/doutora-eu-posso-renunciar-a-quota-parte-de-heranca-a-que-tenho-direito-em-favor-de-um-dos-meus-irmaos/</link>
					<comments>https://fernandaramalho.adv.br/2021/03/18/doutora-eu-posso-renunciar-a-quota-parte-de-heranca-a-que-tenho-direito-em-favor-de-um-dos-meus-irmaos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Mar 2021 19:48:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito das Sucessões]]></category>
		<category><![CDATA[direito das sucessões]]></category>
		<category><![CDATA[herança]]></category>
		<category><![CDATA[herdeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Inventário]]></category>
		<category><![CDATA[inventário extrajudicial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma situação muito corriqueira é a vontade de um herdeiro renunciar a sua quota parte da herança em favor de outro. Todavia, não é bem nesses termos que a renuncia é feita, pelo que sempre devemos ficar atentos para não pagar mais imposto por isso ou mesmo beneficiar herdeiro distinto daquele que se pretende favorecer....</p>
<p>O post <a href="https://fernandaramalho.adv.br/2021/03/18/doutora-eu-posso-renunciar-a-quota-parte-de-heranca-a-que-tenho-direito-em-favor-de-um-dos-meus-irmaos/">Doutora, eu posso renunciar a quota parte de herança a que tenho direito em favor de um dos meus irmãos?</a> apareceu primeiro em <a href="https://fernandaramalho.adv.br">Fernanda Ramalho</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma situação muito corriqueira é a vontade de um herdeiro renunciar a
sua quota parte da herança em favor de outro. Todavia, não é bem nesses termos
que a renuncia é feita, pelo que sempre devemos ficar atentos para não pagar
mais imposto por isso ou mesmo beneficiar herdeiro distinto daquele que se
pretende favorecer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O
Código Civil tem como regra que o herdeiro que não deseja receber a herança
deve renunciar de forma expressa, seja por uma escritura de renúncia elabora em
cartório ou por termo judicial, no processo de inventário judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembre-se
a renúncia é ato irrevogável e, mais, quem renuncia não paga o Imposto de
Transmissão Causa Mortis. Todavia, não é permitida a renuncia de apenas uma
parte da herança. Isto significa dizer que quando o herdeiro não aceitar a
herança, está fazendo sobre a totalidade da sua quota parte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existe ainda uma peculiaridade entre a renúncia e a cessão da quota
parte da herança. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na primeira, quando se renuncia à herança, a parte que cabe ao
renunciante passa para os outros herdeiros da mesma classe, sendo as classes,
os descendentes, ascendentes, cônjuge/companheiro e colateral. Isto se
significa que se o renunciante for o único herdeiro da classe descendente, a
sua quota parte passará para os herdeiros da classe subsequente, os
ascendentes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale dizer que, se você tem dois irmãos, mas quer deixar sua quota parte
apenas para um deles, não se trata de renuncia, mas de aceitação da herança com
a cessão de direitos a determinado herdeiro. Neste caso, incide será devido
imposto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como dito, na hipótese da cessão, o herdeiro pode doar a sua quota parte
para quem quiser beneficiar, mas deverá aceitar a herança e esse ato de
aceitação, traz consigo o dever de efetuar o pagamento do imposto de transmissão
causa mortis e ainda o imposto de transmissão inter vivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferentemente se você tiver um irmão e quiser deixar sua quota parte
para ele. Neste caso, você deverá renunciar a sua quota parte na herança e não
haverá a incidência de imposto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda existem certas peculiaridades que devem ser analisadas caso a
caso, por isso, se deve ter cuidado ao renunciar ou mesmo ceder a quota parte
que lhe cabe na herança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na dúvida, consulte um advogado de sua confiança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por  Fernanda Ramalho Chiaradia</p>
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		<item>
		<title>O falecido não deixou nada de bens ou direitos, mas deixou muitas dívidas. Os herdeiros estão recebendo cobranças dos credores. O que fazer neste caso?</title>
		<link>https://fernandaramalho.adv.br/2021/03/18/o-falecido-nao-deixou-nada-de-bens-ou-direitos-mas-deixou-muitas-dividas-os-herdeiros-estao-recebendo-cobrancas-dos-credores-o-que-fazer-neste-caso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Mar 2021 18:22:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito das Sucessões]]></category>
		<category><![CDATA[direito das sucessões]]></category>
		<category><![CDATA[Inventário]]></category>
		<category><![CDATA[Inventário negativo]]></category>
		<category><![CDATA[Sucessões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Deve fazer um inventário negativo, a fim de evitar que os sucessores sofram constrições ou restrições nos seus bens e créditos, como por exemplo, eventual penhora sobre os bens dos herdeiros ou em suas contas bancárias, em razão de cobranças de dívidas deixadas pelo falecido, muitas vezes até desconhecidas pelos herdeiros. O inventário negativo não...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Deve fazer um
inventário negativo, a fim de evitar que os sucessores sofram constrições ou
restrições nos seus bens e créditos, como por exemplo, eventual penhora sobre
os bens dos herdeiros ou em suas contas bancárias, em razão de cobranças de
dívidas deixadas pelo falecido, muitas vezes até desconhecidas pelos herdeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O inventário
negativo não está disciplinado no Código Civil, sendo uma construção
jurisprudencial e doutrinária, que admite já faz muito tempo este tipo de
inventário para comprovar juridicamente a inexistência de bens em nome do
falecido, evitando que as dívidas deste venham invadir o patrimônio dos seus
sucessores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outras
palavras, busca-se com o inventário negativo a certeza jurídica da inexistência
de bens a inventariar, ou seja, a prova formal de que não existem bens em nome
do falecido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O inventário
negativo pode ser judicial ou extrajudicial, em cartório, quando não há</p>



<p class="wp-block-paragraph">E para que
serve o inventário negativo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o
falecido deixa dívidas, o inventário negativo se faz necessário para provar formalmente
aos credores que não há bens para promover o pagamento das dívidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Importante
lembrarmos que os herdeiros não podem ser compelidos a arcar com dívidas e
responsabilidades que ultrapassem as forças daquilo que foi herdado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O intuito do
inventário negativo é a proteção do patrimônio dos herdeiros, evitando
transtornos desnecessários, de eventuais penhoras em conta bancária e sobre
bens móveis e imóveis, dentre outras medidas, requeridas pelos credores que
desconhecem a ausência de bens deixados pelo falecido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outrossim, a
emissão de inventário negativo também se faz necessário nas seguintes
situações:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Para outorgas em escrituras, no caso tenha ocorrido a venda de bens antes do falecimento, faltando apenas a assinatura no cartório para finalizar a venda;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Para dar baixa fiscal, ou seja, dar baixa na empresa em que o falecido figurava como sócio;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Para substituição processual, para regularização dos processos judiciais ou administrativos em andamento em que o falecido figurava como parte, através daquele que for nomeado como inventariante. Este representará o espolio nos referidos processos;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>E, por último, a situação mais comum, para que o cônjuge sobrevivente possa contrair novas núpcias, ou seja, caso o viúvo desejar casar novamente ele precisa fazer o inventário para tanto.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Agora você já sabe o que fazer!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Dra. Fernanda Ramalho Chiaradia</p>
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